O Ministério da Saúde divulgou dados relativos à incidência de casos de dengue no país, e o estado do Acre figura em segundo lugar com maior número de casos da doença. Ao todo o estado tem 212,5 casos a cada 100 mil habitantes, ficando atrás apenas do Distrito Federal, que lidera o ranking. A capital do país já registrou 15.542 casos prováveis da doença desde o início do ano, o que corresponde a 551,7 casos a cada 100 mil habitantes.
Devido à situação, o governo acreano decretou estado de emergência em saúde pública após o aumento de 106% nos casos da doença em 2023. O decreto foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE), em 5 de janeiro e tem validade de 90 dias.
SINTOMAS
Os principais sintomas da doença são febre alta (acima de 38°C), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. No entanto, a infecção por dengue também pode ser assintomática ou apresentar quadros leves.
Foto: Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa).
PREVENÇÃO E COMBATE
A melhor forma de prevenção da dengue é evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, eliminando água armazenada em recipientes que podem se tornar possíveis criadouros, como em vasos de plantas, galões de água, pneus, garrafas plásticas, piscinas sem uso e manutenção, e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de garrafas.
Listamos algumas dicas que fazem a diferença:
• Não deixe água parada, destruindo os locais onde o mosquito nasce e se desenvolve, evita sua procriação.
• Deixe sempre bem tampados e lave com bucha e sabão as paredes internas de caixas d’água, poços, cacimbas, tambores de água ou tonéis, cisternas, jarras e filtros
• Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas. Coloque areia fina até a borda do prato.
• Plantas que possam acumular água devem ser tratadas com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas.
• Não junte vasilhas e utensílios que possam acumular água (tampinha de garrafa, casca de ovo, latinha, saquinho plástico de cigarro, embalagem plástica e de vidro, copo descartável etc.) e guarde garrafas vazias de cabeça para baixo.
• Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza urbana, caso precise mantê-los, guarde em local coberto.
• Deixe a tampa do vaso sanitário sempre fechada. Em banheiros pouco usados, dê descarga pelo menos uma vez por semana.
• Retire sempre a água acumulada da bandeja externa da geladeira e lave com água e sabão.
• Sempre que for trocar o garrafão de água mineral, lave bem o suporte no qual a água fica acumulada.
• Mantenha sempre limpo: lagos, cascatas e espelhos d’água decorativos. Crie peixes nesses locais, eles se alimentam das larvas dos mosquitos
• Lave e troque a água dos bebedouros de aves e animais no mínimo uma vez por semana.
• Limpe frequentemente as calhas e a laje das casas, coloque areia nos cacos de vidro no muro que possam acumular água.
• Mantenha a água da piscina sempre tratada com cloro e limpe-a uma vez por semana. Se não for usá-la, evite cobrir com lonas ou plásticos.
• Mantenha o quintal limpo, recolhendo o lixo e detritos em volta das casas, limpando os latões e mantendo as lixeiras tampadas. Não jogue lixo em terrenos baldios, construções e praças. Chame a limpeza urbana quando necessário.
• Permita sempre o acesso do agente de controle de zoonoses em sua residência ou estabelecimento comercial.
Foto: Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa).
AÇÕES REALIZADAS PELO PODER PÚBLICO
A prefeitura de Rio Branco vem realizando ações nas regiões onde está concentrada a maior quantidade de focos da larva do mosquito da dengue.
Através do departamento de endemias, a prefeitura montou estratégias de enfrentamento para o período de alta transmissão de Arboviroses no Município de Rio Branco.
Além do investimento em outdoors, busdoors e campanhas nas mídias sociais.
No dia 01 de fevereiro de 2024, a Policlínica Barral Y Barral, em colaboração com os estudantes do curso de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Acre (Ufac), promoveu uma iniciativa de combate e prevenção à dengue.
Foram distribuídos panfletos contendo informações sobre os métodos de prevenção contra o mosquito (dentro e fora de casa) e os principais sintomas da dengue, Chikungunya e Zika.
Juntamente com os panfletos, foram fornecidos frascos de hipoclorito de sódio para a higienização de alimentos e purificação da água, acompanhados de instruções detalhadas sobre a correta utilização do produto.
Além disso, vem ocorrendo mutirões de visitas domiciliares, e um reforço na atenção básica, com ações voltadas ao manejo ambiental, identificação e eliminação de criadouros passíveis de eliminação mecânica, aplicação de larvicida em reservatórios com água e orientações à comunidade sobre as medidas de prevenção, a fim de evitar a proliferação do mosquito, estimulando o autocuidado.
A aplicação de inseticida espacial, com equipamento costal motorizado, tem como objetivo cortar a cadeia de transmissão das arboviroses, tem como alvo alcançar a mortalidade do vetor na fase adulta (fêmeas possivelmente infectadas).
Foto: Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (Semsa).
VACINAÇÃO
A vacinação no estado do Acre começou em fevereiro. Os primeiros municípios a receber as vacinas foram Rio Branco, Senador Guiomard, Capixaba, Sena Madureira, Plácido de Castro, Manoel Urbano, Porto Acre, Acrelândia, Bujari, Santa Rosa do Purus e Jordão.
O foco inicial da imunização é em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, residentes em cidades com mais de cem mil habitantes e alto volume de casos de dengue tipo 2.
O cenário no Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) de Rio Branco reforça uma triste realidade: muitas pessoas dão preferência à adoção de filhotes para serem seus novos pets, enquanto cães e gatos adultos enfrentam longos períodos de espera em canis e gatis. Além da questão afetiva, a adoção desses animais também pode ser considerada uma decisão que auxilia na saúde pública e no manejo populacional desses animais no ambiente urbano.
Nesse contexto, foram instituídos os CCZs, com o objetivo de focar na vigilância epidemiológica e no controle de doenças que podem ser transmitidas por animais ao ser humano, como raiva e leishmaniose, além de casos em que os animais apresentam risco aos tutores ou agressividade. Mas, apesar de sua função inicial, essas unidades se tornam lares temporários e, por muitas vezes, permanentes para diversos animais.
Cães e gatos adultos aguardam por uma nova chance de recomeço nos canis e gatis do Centro de Controle de Zoonoses de Rio Branco. Foto: Rhawan Vital
De acordo com o agente de Vigilância em Zoonoses, Joel Pereira, do Centro de Zoonoses de Rio Branco, a busca por outra condição de vida para os animais é um objetivo a ser atingido, seja em um lar ou um ambiente adequado, para que recebam o devido carinho. Os animais adultos, quando acolhidos, também proporcionam uma experiência única para o tutor. Além disso, a quebra do ciclo de abandono passa, obrigatoriamente, pela educação da sociedade e pelo reconhecimento do animal a ser adotado. Escolher um animal adulto é priorizar a consciência ao invés de uma fase momentânea com um pet.
Dessa forma, a cultura da adoção é um indicativo de maturidade social. Ao escolher adotar, as pessoas deixam de ser apenas espectadores do problema do abandono para se envolver de forma ativa na solução. “Ter um bicho de estimação é bom, porque você tem companhia sempre. Também te faz ter um senso de responsabilidade que não tinha antes. Pra mim, é uma companhia que nunca incomoda”, afirma Álvaro Bagnara, tutor dos gatos Cheddar e Grafite.
Além da vigilância em saúde pública, o CCZ também se torna lar temporário e, muitas vezes, permanente, para animais vítimas do abandono. Foto: Rhawan Vital
Álvaro conta sobre seus gatos: Grafite foi adotada ainda filhote, então passou por uma fase de criação e ensinamentos, desde o onde se alimentar à caixa de areia. Já Cheddar chegou um pouco mais tarde na família, já adulto e após ser abandonado pelos antigos tutores, mas mesmo assim não deixou de entregar amor. Em relação à adaptação, o tutor dos felinos conta que o tempo bastou para que houvesse um entendimento de que compartilhavam o mesmo lugar.
“No começo a Grafite brincava muito de perturbar o Cheddar, que sempre foi muito quieto e na paz. Com o passar do tempo, apesar do Cheddar continuar no seu cantinho, a Grafite entendeu que eles moravam juntos. Ela não deixou de perturbá-lo, mas o Cheddar começou a revidar. Essa foi a diferença com o passar do tempo” conta Álvaro, de forma animada.
Adoção responsável
O CCZ de Rio Branco conta com 65 animais disponíveis para adoção, sendo eles cães e gatos, filhotes e adultos. Entre eles estão: 40 cães adultos, oito filhotes, 11 gatos adultos e seis filhotes. Os animais são vacinados e têm carteirinhas próprias, prontos para que seus tutores acompanhem e cuidem de maneira adequada, de acordo com datas e mutirões de vacinação disponíveis no futuro.
A adoção responsável transforma realidades: para quem adota, nasce um vínculo; para quem é adotado, surge a oportunidade de um lar. Foto: Rhawan Vital
A adoção pode ser feita de segunda a sexta-feira, entre as 7h e as 17h, e necessita que o interessado tenha mais de 18 anos, apresente o documento oficial e assine o termo de adoção responsável, documento que valida a adoção e a responsabilidade do novo dono do pet.
Ao retirar um animal adulto de um centro, o cidadão contribui diretamente para a redução da superlotação (tanto das ruas, quanto dos abrigos e CCZs) e permite que o Estado e outros profissionais da área veterinária direcionam recursos para outras frentes de saúde e bem-estar animal. É importante ressaltar que a adoção é um ato de responsabilidade civil, e não deve ser confundida apenas com uma boa ação.
A leishmaniose tegumentar americana (LTA) é uma doença tropical negligenciada, endêmica no Brasil, com maior concentração de casos na região amazônica. No Acre, apenas na última década, mais de 11 mil casos foram notificados, evidenciando a persistência e a intensidade da transmissão local, especialmente em áreas rurais. Transmitida pelo mosquito-palha, a doença pode se manifestar nas formas cutânea ou mucosa e, quando não diagnosticada e tratada precocemente, pode causar complicações significativas aos pacientes.
Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por parasitas transmitidos pela picada do mosquito-palha, que pode afetar a pele, mucosas ou órgãos internos. Foto: reprodução
Diante desse cenário, em 2022, durante atividades de campo voltadas à investigação da ecoepidemiologia da doença em áreas rurais, a equipe do Laboratório de Patologia e Biologia Parasitária (LabPBP/CCBN/Ufac) deu início às atividades educativas junto aos moradores dessas comunidades. As ações iniciaram como parte do projeto de doutorado em Medicina Tropical do biólogo Leandro Siqueira, desenvolvido na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e marcaram o surgimento do projeto de ensino e extensão EducaLeish.
O projeto tem como objetivo capacitar profissionais da saúde sobre a leishmaniose, além de promover ações de educação em saúde voltadas à comunidade, com foco nos aspectos básicos da doença, como transmissão, prevenção, sinais e sintomas. A iniciativa é coordenada pelo professor Francisco Glauco de Araújo Santos e pelo biólogo Leandro Siqueira e conta com a participação de estudantes e docentes dos cursos de Medicina, Medicina Veterinária, Biologia e Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac).
Entre as principais iniciativas desenvolvidas pelo EducaLeish estão as visitas anuais a escolas de comunidades rurais da Reserva Extrativista do Cazumbá-Iracema. Nessas mobilizações, são realizadas exposições sobre o ciclo de transmissão da doença, com estratégias que permitem a interação dos alunos e da comunidade com microscópios, lupas, vetores, materiais biológicos didáticos e jogos educativos.
Além das ações em áreas rurais, o projeto também realiza ações de educação em saúde em escolas públicas de Rio Branco, levando informações sobre a leishmaniose de forma acessível para crianças e adolescentes. A proposta é trabalhar a prevenção, os cuidados necessários e a identificação precoce dos sintomas por meio de uma abordagem prática, lúdica e interativa.
A iniciativa tem sido bem recebida pelas instituições de ensino atendidas. Para Laézio Lira, diretor da Escola Tancredo Neves de Almeida, a presença de profissionais e estudantes da área da saúde torna o aprendizado mais efetivo.
Estudantes apresentam atividades práticas sobre a leishmaniose a alunos de escola pública de Rio Branco. Foto: Divulgação/EducaLeish
“A grande importância desse trabalho que a Ufac está trazendo para a escola sobre a leishmaniose é que vai trabalhar a prevenção, os cuidados que devem ser adotados e os sintomas da doença. Uma coisa é o professor estar em sala passando o conteúdo de forma teórica, outra é o pessoal da Medicina e da Medicina Veterinária da UFAC trazendo essa prática. Os alunos ficam muito motivados e encantados com a dinâmica”, afirma.
Nas comunidades rurais, o impacto também é percebido pelos estudantes. Um aluno do ensino fundamental da Escola Hermínio Pessoa, localizada na Reserva Cazumbá-Iracema, comentou sobre a experiência: “Foi a primeira vez que vi um microscópio. Antes a gente só via na televisão. Foi muito legal as atividades e nossa turma gostou bastante”.
Segundo a direção das escolas, as práticas extensionistas contribuem para aproximar os estudantes da ciência e reforçam o papel da escola como espaço de promoção da saúde e do conhecimento científico.
Pesquisadores e estudantes levam o EducaLeish para comunidade rural do interior do Acre. Foto: Divulgação/EducaLeish
A participação dos universitários é outro ponto central do projeto. Para a estudante de Biomedicina Thais Cardeal, de 18 anos, a experiência tem contribuído para seu amadurecimento acadêmico e pessoal.
“A proposta de unir pesquisa, laboratório e ações em escolas me motivou bastante, porque envolve aprendizado e contribuição social”, destaca.
Além das frentes de atuações consolidadas, o EducaLeish prevê uma nova etapa para os próximos meses, comentou o biólogo Leandro Siqueira.
“A educação em saúde é a principal estratégia para a prevenção de doenças. Levar essas atividades para as escolas rurais, onde os alunos e professores não possuem acesso como na zona urbana, é um dos privilégios deste projeto. Para os próximos meses, estamos organizando uma Mostra de Ciências na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, a primeira a ser realizada em comunidades rurais, com objetivo de promover ações de divulgação e popularização da ciência em escolas de comunidades rurais de difícil acesso”, comenta.
A proposta da mostra é ampliar o diálogo com moradores e estudantes da região, fortalecer a divulgação científica e incentivar o interesse pela ciência. A iniciativa se soma às visitas anuais realizadas pelo projeto e marca um novo momento de aproximação entre ensino, pesquisa e extensão, para propiciar a troca de experiências entre a comunidade acadêmica e profissionais de diversas áreas e comunidades tradicionais.
Você sabia que absorventes são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS)? Criado pelo governo federal, o Programa Dignidade Menstrual é uma política pública voltada ao enfrentamento da pobreza menstrual no Brasil, garantindo a distribuição de absorventes e promovendo ações de orientação sobre saúde menstrual.
Apesar da iniciativa, a falta de informação ainda é um dos principais obstáculos para que o programa chegue a quem mais precisa. “Muita gente ainda não sabe que tem direito ao benefício”, afirma Jeane Moura, coordenadora da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Bom Jesus, em Rio Branco, ao comentar as dificuldades enfrentadas por pessoas que menstruam em situação de vulnerabilidade social.
Esse desconhecimento se insere em um contexto mais amplo de desigualdade. Pesquisa realizada pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em parceria com o UNICEF, revela que uma em cada quatro estudantes brasileiras deixa de frequentar a escola durante o período menstrual por falta de absorventes e de condições adequadas de higiene. O levantamento também aponta que cerca de 4 milhões de estudantes vivem em situação de privação de higiene menstrual nas escolas.
O cenário evidencia a pobreza menstrual como um problema estrutural que afeta diretamente a permanência escolar, a saúde e a dignidade de mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade. Como forma de enfrentamento, o governo federal instituiu o Programa Dignidade Menstrual, que assegura a distribuição por meio do SUS e da rede da Farmácia Popular.
Distribuição nas farmácias credenciadas. Foto: EBC
Como acessar os absorventes
O acesso aos absorventes não é automático, mas o processo é simples. Podem solicitar o benefício pessoas que menstruam com idade entre 10 e 49 anos, que tenham renda familiar mensal de até R$218 por pessoa e estejam inscritas no Cadastro Único (CadÚnico).
A solicitação pode ser feita pelo aplicativo Meu SUS Digital ou diretamente em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), alternativa importante para quem não tem acesso à internet ou enfrenta dificuldades no uso de aplicativos.
Após a autorização, é possível retirar até 40 absorventes por vez em farmácias credenciadas ao Programa Farmácia Popular, mediante apresentação de documento oficial com foto e CPF. Não é necessária receita médica nem qualquer tipo de pagamento. A autorização tem validade de 180 dias.
Em Rio Branco, as UBS também funcionam como pontos de apoio para facilitar o acesso ao programa. “Quando a pessoa não consegue utilizar o aplicativo, a UBS emite a autorização”, explica Jeane Moura. Segundo ela, agentes comunitários de saúde atuam na divulgação do benefício durante visitas domiciliares, orientando a população sobre quem tem direito e como acessar o programa.
Onde retirar os absorventes
No Acre, 17 farmácias localizadas em 11 municípios estão credenciadas para a distribuição gratuita de absorventes. Em Rio Branco, há unidades em diferentes regiões da cidade, o que amplia o acesso ao benefício.
Farmácias credenciadas no Acre:
Acrelândia – Farmácia do Trabalhador de Acrelândia LTDA (Centro)
Cruzeiro do Sul – H.R Lima (Centro)
Cruzeiro do Sul – Empreendimentos Pague Menos S/A (Baixa)
Epitaciolândia – Maria da Silva Freitas (Centro)
Feijó – R V N Felício – ME (Centro)
Plácido de Castro – Sérgio Carlos Vieira – EPP (Centro)
Rio Branco – Empreendimentos Pague Menos S/A (Centro)
Rio Branco – Empreendimentos Pague Menos S/A (Bosque)
Rio Branco – Empreendimentos Pague Menos S/A (Estação Experimental)
Rio Branco – J Cruz LTDA – EPP (Cadeia Velha)
Rio Branco – J Cruz LTDA – EPP (Seis de Agosto)
Rodrigues Alves – Drogaria Minha Saúde LTDA
Sena Madureira – E.J da Silva de Araújo LTDA (Centro)
Sena Madureira – J Cruz LTDA (Centro)
Senador Guiomard – Aurélio Alves de Lima – ME (Cohab)
Tarauacá – Valdicélio Lima da Silva LTDA (Centro)
Apesar da estrutura disponível, profissionais da atenção básica reforçam que a falta de informação ainda é o principal entrave para que o Programa Dignidade Menstrual alcance plenamente seu público-alvo, especialmente pessoas em situação de vulnerabilidade menstrual.