{"id":5464,"date":"2026-01-23T16:52:03","date_gmt":"2026-01-23T21:52:03","guid":{"rendered":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=5464"},"modified":"2026-01-23T16:52:07","modified_gmt":"2026-01-23T21:52:07","slug":"quando-o-rio-dita-o-ritmo-da-economia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=5464","title":{"rendered":"Quando o rio dita o ritmo da economia"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Por Jos\u00e9 Henrique e Miguel Feitosa<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para muitos empreendedores, o <mark style=\"background-color:#eee\" class=\"has-inline-color\">Rio Acre \u00e9 mais do que paisagem: \u00e9 fonte de renda, trabalho e sobreviv\u00eancia. <\/mark>No entanto, entre dois extremos a cheia e a seca o comportamento do rio imp\u00f5e desafios constantes a quem depende do com\u00e9rcio \u00e0s suas margens. <mark style=\"background-color:#eee\" class=\"has-inline-color\">Em Rio Branco, o n\u00edvel das \u00e1guas influencia diretamente o fluxo de pessoas, o funcionamento de neg\u00f3cios e a estabilidade financeira de fam\u00edlias inteiras.<\/mark><\/p>\n\n\n\n<p>O mesmo rio que, em determinados per\u00edodos, garante sustento, em outros exp\u00f5e desigualdades. Durante a cheia, o aumento do n\u00edvel das \u00e1guas intensifica a movimenta\u00e7\u00e3o no <strong>Cal\u00e7ad\u00e3o da Gameleira<\/strong>, ponto tur\u00edstico \u00e0s margens do Rio Acre, atraindo visitantes e fortalecendo o com\u00e9rcio local. Em contrapartida, esse mesmo avan\u00e7o do rio provoca alagamentos em \u00e1reas vulner\u00e1veis da cidade, obrigando fam\u00edlias a deixarem suas casas e buscarem abrigo tempor\u00e1rio no <strong>Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Wildy Viana das Neves<\/strong>, Loteamento Santa Helena.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo<strong> J\u00falia Alves, 55 anos,<\/strong> vendedora de bananas salgadas e doces credenciada pela Prefeitura de Rio Branco, a cheia do Rio Acre representa tanto oportunidade quanto desafio. Ela explica que <strong>o aumento do n\u00edvel das \u00e1guas atrai mais pessoas ao Cal\u00e7ad\u00e3o da Gameleira, o que impulsiona as vendas e garante seu sustento.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"422\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-5.png?resize=740%2C422&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5471\" style=\"aspect-ratio:1.751932822846151;width:488px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-5.png?w=925&amp;ssl=1 925w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-5.png?resize=300%2C171&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-5.png?resize=768%2C438&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>J\u00falia Alves, vendedora local, v\u00ea na cheia do Rio Acre sustento e desafio. Foto: Miguel Feitosa<\/em><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cQuando o n\u00edvel do rio aumenta, a gente consegue vender mais. Mas tamb\u00e9m fico triste, porque esse mesmo rio, t\u00e3o bonito, acaba destruindo ao mesmo tempo em que sustenta\u201d, relata.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Embora n\u00e3o esteja presente diariamente no Cal\u00e7ad\u00e3o, J\u00falia atua de forma estrat\u00e9gica, aproveitando os per\u00edodos de maior movimento. J\u00e1 nos momentos de seca ou menor fluxo de visitantes, ela se desloca para outros pontos da cidade, adaptando-se \u00e0s varia\u00e7\u00f5es impostas pelo comportamento do rio.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho da vendedora evidencia como a economia local \u00e9 diretamente influenciada pela geografia da cidade. O <strong>Cal\u00e7ad\u00e3o da Gameleira funciona como ponto de encontro cultural e comercial, onde moradores, turistas e empreendedores compartilham o mesmo espa\u00e7o, conectados pelo Rio Acre.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Bar do Z\u00e9 do Branco: cinco d\u00e9cadas \u00e0 beira do rio<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Fundado h\u00e1 cerca de 50 anos, o<strong> Bar do Z\u00e9 do Branco<\/strong>, localizado no bairro da Base, carrega uma hist\u00f3ria profundamente ligada ao Rio Acre. O empreendimento surgiu na d\u00e9cada de 1970, per\u00edodo em que o rio ainda funcionava como importante via de transporte e circula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O fundador, <strong>Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Vera<\/strong>, hoje com 69 anos, conhecido como Z\u00e9 do Branco, relembra que o bar nasceu junto \u00e0 empresa familiar Irm\u00e3os Lameira, voltada ao transporte.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"452\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-2.png?resize=740%2C452&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5467\" style=\"aspect-ratio:1.6377909188366704;width:472px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-2.png?w=963&amp;ssl=1 963w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-2.png?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-2.png?resize=768%2C469&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Z\u00e9 do Branco, fundador do bar que h\u00e1 50 anos acompanha o ritmo do Acre. Foto: Jos\u00e9 Henrique<\/em><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cNa \u00e9poca, a gente tinha uma empresa de transporte, com cobrador, motorista e fiscal. A\u00ed resolvemos lan\u00e7ar um bar na frente da empresa, e deu certo\u201d, conta.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Ao longo das d\u00e9cadas, Z\u00e9 acompanhou as transforma\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio e do pr\u00f3prio rio, que deixou de ser apenas estrada para se tornar tamb\u00e9m s\u00edmbolo tur\u00edstico. Sua trajet\u00f3ria representa uma gera\u00e7\u00e3o que aprendeu a trabalhar respeitando o ritmo das \u00e1guas, adaptando-se \u00e0s cheias e \u00e0s secas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ele, embora a cheia contribua significativamente para o aumento das vendas, impulsionada pela atratividade do Rio Acre cheio e por suas belezas naturais,<strong> o per\u00edodo de alerta da cota de transbordo gera inseguran\u00e7a<\/strong>. O empreendedor vive em estado de aten\u00e7\u00e3o, sem saber at\u00e9 que ponto as \u00e1guas ser\u00e3o um benef\u00edcio, j\u00e1 que, a qualquer momento, o n\u00edvel do rio pode subir e causar a perda de mercadorias.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cA gente ganha mais movimento quando o rio t\u00e1 cheio, mas tamb\u00e9m fica com medo. Qualquer subida de repente pode levar tudo\u201d, relata.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Restaurante Flutuante Malveira: empreender sobre as \u00e1guas<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>Assim como o Bar do Z\u00e9 do Branco, o <strong>Restaurante Flutuante Malveira<\/strong> tem sua hist\u00f3ria diretamente vinculada ao Rio Acre. Instalado \u00e0s margens do rio, o empreendimento nasceu de uma rela\u00e7\u00e3o familiar com a \u00e1gua, marcada pelo trabalho e pela mem\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com <strong>Carla Malveira, de 19 anos<\/strong>, filha do propriet\u00e1rio, o nome do restaurante faz refer\u00eancia ao sobrenome da fam\u00edlia, herdado do av\u00f4, Jos\u00e9 Malveira. Antes da constru\u00e7\u00e3o do flutuante, a fam\u00edlia mantinha a embarca\u00e7\u00e3o Comandante Malveira, utilizada no Rio Acre.<\/p>\n\n\n\n<p>Constru\u00eddo como espa\u00e7o de lazer familiar, o local come\u00e7ou a receber amigos e conhecidos, transformando-se gradualmente em empreendimento comercial. H\u00e1 cerca de tr\u00eas anos instalado na atual localiza\u00e7\u00e3o, o restaurante vive uma rotina totalmente condicionada \u00e0s varia\u00e7\u00f5es do n\u00edvel do rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a cheia, o Rio Acre atua como fator de atra\u00e7\u00e3o, facilitando o acesso, valorizando a paisagem e ampliando o fluxo de visitantes. &nbsp;Segundo Carla Malveira, \u00e9 nesse per\u00edodo que o restaurante registra maior movimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"442\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-3.png?resize=740%2C442&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5468\" style=\"aspect-ratio:1.6738531137343606;width:449px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-3.png?w=934&amp;ssl=1 934w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-3.png?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-3.png?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-3.png?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Do barco ao flutuante, a fam\u00edlia Malveira construiu seu neg\u00f3cio no Rio Acre. Foto: Jos\u00e9 Henrique<\/em><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cQuando o rio est\u00e1 cheio, o acesso fica melhor e as pessoas v\u00eam pela paisagem e pelo clima do lugar. J\u00e1 na seca \u00e9 mais dif\u00edcil chegar at\u00e9 aqui, o movimento cai bastante e isso afeta diretamente o nosso faturamento\u201d, relata.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Seca tamb\u00e9m imp\u00f5e desafios<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Se a cheia impulsiona o turismo e o com\u00e9rcio, a seca representa o outro lado da din\u00e2mica do Rio Acre. <\/strong>Com o n\u00edvel do rio mais baixo, o fluxo de visitantes diminui e o acesso aos flutuantes se torna mais dif\u00edcil, j\u00e1 que a escada de entrada aumenta conforme a \u00e1gua recua. Neg\u00f3cios que dependem da paisagem e da navega\u00e7\u00e3o enfrentam retra\u00e7\u00e3o e precisam se adaptar para manter o funcionamento.<\/p>\n\n\n\n<p>A altern\u00e2ncia entre per\u00edodos de cheia e seca tem se tornado mais frequente, exigindo ajustes constantes de quem vive e empreende \u00e0s margens do rio.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><strong>Turismo e pol\u00edticas de incentivo<\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>A movimenta\u00e7\u00e3o gerada pelo rio refor\u00e7a a import\u00e2ncia de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas ao empreendedorismo e \u00e0 economia criativa. Segundo o <strong>secret\u00e1rio de Estado de Empreendedorismo e Turismo, Marcelo Messias<\/strong>, o Rio Acre \u00e9 um importante vetor econ\u00f4mico para a capital.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"440\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-4.png?resize=740%2C440&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-5469\" style=\"aspect-ratio:1.6808034922099584;width:436px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-4.png?w=953&amp;ssl=1 953w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-4.png?resize=300%2C178&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-4.png?resize=768%2C457&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><em>Secret\u00e1rio de Turismo e Empreendedorismo, Marcelo Messias, na GCF Task Force, realizada em 2025, em Rio Branco. Foto: Bruno Moraes\/Sete<\/em><\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>\u201cNo per\u00edodo de cheia, o Rio Acre atrai moradores e turistas para a regi\u00e3o da Gameleira, fortalecendo o com\u00e9rcio local e o empreendedorismo. Restaurantes, lanchonetes, a Casa do Artesanato e outros espa\u00e7os s\u00e3o diretamente beneficiados por essa movimenta\u00e7\u00e3o, que alia gera\u00e7\u00e3o de renda, cultura e lazer\u201d, destaca.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p>Entre a cheia que movimenta o com\u00e9rcio e a seca que imp\u00f5e limites, o Rio Acre segue determinando o ritmo da economia local. <strong>Para empreendedores como J\u00falia, Z\u00e9 do Branco e a fam\u00edlia Malveira, viver do rio \u00e9 conviver diariamente com oportunidades e incertezas, em um territ\u00f3rio onde a \u00e1gua n\u00e3o apenas desenha a paisagem, mas molda modos de vida, trabalho e resist\u00eancia.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a cheia, a economia apresenta alto rendimento, por outro lado, a seca reduz o fluxo, limita oportunidades e afeta quem vive do rio<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":5465,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"enabled":false},"version":2}},"categories":[53,2,50,1],"tags":[40,8,36,159],"coauthors":[136],"class_list":["post-5464","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-especiais","category-rotas","category-travessias","category-ultimas-noticias","tag-acre","tag-destaque","tag-empreendedorismo-2","tag-rio-acre"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/image-3.jpg?fit=955%2C489&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5464","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5464"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5464\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5476,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5464\/revisions\/5476"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/5465"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5464"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcoauthors&post=5464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}