{"id":4636,"date":"2025-06-13T18:11:51","date_gmt":"2025-06-13T23:11:51","guid":{"rendered":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=4636"},"modified":"2026-01-12T13:58:22","modified_gmt":"2026-01-12T18:58:22","slug":"cresce-o-numero-de-acidentes-e-lesoes-nas-ruas-de-rio-branco-no-1o-trimestre-de-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=4636","title":{"rendered":"Cresce o n\u00famero de acidentes e les\u00f5es nas ruas de Rio Branco no 1\u00ba Trimestre de 2025"},"content":{"rendered":"\n<p><em>N\u00famero de mortes cai 41%, mas ocorr\u00eancias aumentam e imprud\u00eancia ainda preocupa autoridades e popula\u00e7\u00e3o<\/em><br><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por Ana Fl\u00e1via Santos, Gabriela Fintelman, Lu\u00edsy Xavier, Patr\u00edcia Pinheiro e Pedro Amorim<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No primeiro trimestre de 2025, Rio Branco registrou 676 acidentes de tr\u00e2nsito, com um aumento de 3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2024, quando foram contabilizadas 656 ocorr\u00eancias. Os dados s\u00e3o da Coordenadoria de Engenharia e Estat\u00edstica de Tr\u00e2nsito do Departamento Estadual de Tr\u00e2nsito (Detran\/AC) e apontam para um cen\u00e1rio ainda preocupante na capital acreana.<\/p>\n\n\n\n<p>Desse total, 261 resultaram em v\u00edtimas n\u00e3o fatais, com 310 pessoas lesionadas. Por outro lado, o n\u00famero de v\u00edtimas fatais apresentou uma queda significativa: foram sete v\u00edtimas fatais de janeiro a mar\u00e7o deste ano, contra 12 no mesmo per\u00edodo do ano passado \u2014 uma redu\u00e7\u00e3o de aproximadamente 41,7%.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o recuo nas mortes seja um sinal positivo, o cen\u00e1rio ainda est\u00e1 longe de ser considerado seguro nas vias da capital. Mesmo quando os acidentes n\u00e3o resultam em fatalidades, os efeitos s\u00e3o vis\u00edveis, como os engarrafamentos, pessoas feridas, danos materiais e preju\u00edzos emocionais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Perfil de v\u00edtimas no tr\u00e2nsito<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo dados do Detran divulgados em 2016 e que permanecem como a base mais recente dispon\u00edvel \u2014, homens representavam 69,6% das v\u00edtimas de acidentes em Rio Branco, enquanto as mulheres correspondiam a 30,16%. A faixa et\u00e1ria mais atingida era de 18 a 29 anos, com predomin\u00e2ncia de condutores (74,11%), seguidos por passageiros (17,46%) e pedestres (8,42%).<\/p>\n\n\n\n<p>As motocicletas estavam envolvidas em 55,09% dos acidentes com v\u00edtimas, enquanto os autom\u00f3veis lideravam os acidentes sem v\u00edtimas, com 64,45%.<br>A maioria dos casos envolvia colis\u00f5es (79,9%) e atropelamentos (9,75%), com maior incid\u00eancia nos hor\u00e1rios de pico: entre 5h30 e 7h, 11h e 12h, e 18h e 19h.<\/p>\n\n\n\n<p>Em uma entrevista para o jornal Folha Nobre em janeiro deste ano, a coordenadora de Educa\u00e7\u00e3o do Detran, Cl\u00e9ia Machado, destacou que o grupo mais vulner\u00e1vel no tr\u00e2nsito s\u00e3o primeiramente os pedestres e em segundo os ciclistas. Embora os dados mais recentes dispon\u00edveis sejam de 2016, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de mudan\u00e7as significativas no perfil das v\u00edtimas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs pedestres e ciclistas s\u00e3o os mais vulner\u00e1veis no tr\u00e2nsito, por isso precisam ter atitudes que protejam a vida. Aqui no Parque Ip\u00ea, por exemplo, os pedestres devem utilizar as vias para pedestres, assim como o ciclista deve transitar na ciclovia e sempre utilizar os equipamentos de seguran\u00e7a\u201d, afirma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Imprud\u00eancia lidera causas de acidentes na capital<\/strong><br><br>De acordo com o Detran, cerca de 90% dos acidentes registrados na capital s\u00e3o causados por imprud\u00eancia no tr\u00e2nsito. Al\u00e9m disso, em \u00e2mbito nacional, estudos realizados pelo Minist\u00e9rio dos Transportes indicam que a imprud\u00eancia dos motoristas \u00e9 respons\u00e1vel por 53,7% deles no Brasil.<br><br>Entre os comportamentos de risco mais comuns est\u00e3o excesso de velocidade, avan\u00e7o de sinal vermelho e ultrapassagens perigosas. O advogado de tr\u00e2nsito Sandro Oliveira alerta que o problema n\u00e3o se resume \u00e0 falta de conhecimento: \u201cA falta de educa\u00e7\u00e3o est\u00e1 diretamente ligada aos acidentes. Muitos motoristas agem como se estivessem certos, mesmo quando claramente est\u00e3o errados\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro fator preocupante \u00e9 o crescimento da frota de ve\u00edculos em Rio Branco. Entre 2020 e 2024, o n\u00famero de autom\u00f3veis registrados saltou de 186.723 para 217.962 \u2014 um aumento de 16,75%.&nbsp; A expans\u00e3o, sem melhorias proporcionais na infraestrutura, contribui para congestionamentos, cruzamentos perigosos e aumento nos \u00edndices de acidentes.<br><br><strong>As vias mais perigosas da capital<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Batalh\u00e3o de Policiamento de Tr\u00e2nsito (BPTran), os cruzamentos s\u00e3o os locais com maior incid\u00eancia de acidentes, principalmente nos hor\u00e1rios de pico e em vias de grande fluxo. Entre janeiro e mar\u00e7o de 2025, as dez vias com maior n\u00famero de ocorr\u00eancias somaram 148. A Avenida Cear\u00e1 lidera o ranking com 30 ocorr\u00eancias no trimestre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m de fatores comportamentais, a aus\u00eancia de sinaliza\u00e7\u00e3o adequada em trechos movimentados da capital tamb\u00e9m contribui para o risco nas vias. Para o advogado, o papel do poder p\u00fablico \u00e9 fundamental nesse cen\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCabe ao poder p\u00fablico garantir a sinaliza\u00e7\u00e3o horizontal e vertical conforme determina o artigo 80 do CTB [C\u00f3digo de Tr\u00e2nsito Brasileiro]. Sem isso, a responsabilidade pela seguran\u00e7a nas vias fica comprometida\u201d, pontua.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vozes das ruas: o olhar de quem vive o tr\u00e2nsito<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m dos dados e estat\u00edsticas, as experi\u00eancias cotidianas de quem enfrenta o tr\u00e2nsito todos os dias oferecem uma vis\u00e3o concreta e urgente da realidade. \u201cOs principais desafios s\u00e3o nas ruas, com muitos motoqueiros imprudentes\u201d, relata Jeferson Bessa, motorista de aplicativo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"512\" height=\"307\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/0022.png?resize=512%2C307&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4638\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/0022.png?w=512&amp;ssl=1 512w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/0022.png?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/0022.png?resize=400%2C240&amp;ssl=1 400w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Gr\u00e1fico elaborado pela equipe de reportagem com base em dados do Detran\/AC<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p>Ele tamb\u00e9m aponta a precariedade da malha vi\u00e1ria como um agravante: \u201cH\u00e1 v\u00e1rias ruas em Rio Branco que precisam de aten\u00e7\u00e3o do governo porque est\u00e3o com muitos buracos, alguns sendo quase imposs\u00edveis de passar de moto, principalmente quando chove\u201d, enfatiza.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa dificuldade tamb\u00e9m foi vivida por Jo\u00e3o Gustavo Rocha, vendedor externo da empresa Acrepan, que teve preju\u00edzo ap\u00f3s cair em um buraco encoberto pela \u00e1gua da chuva. \u201cEra uma rua bem esburacada e todos os buracos estavam com \u00e1gua. N\u00e3o dava pra ver o qu\u00e3o fundo eles eram. Acabei batendo em um buraco no carro da empresa e quebrou um pouco do para-choque. A empresa ficou no preju\u00edzo\u201d relata.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery alignright has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"384\" height=\"512\" data-id=\"4639\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/003.png?resize=384%2C512&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4639\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/003.png?w=384&amp;ssl=1 384w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/003.png?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w\" sizes=\"(max-width: 384px) 100vw, 384px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bairro Sobral, Rio Branco \u2013 AC. Foto: H\u00e9lio Vitalino<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>Ele tamb\u00e9m avalia que a desinforma\u00e7\u00e3o sobre regras e deveres no tr\u00e2nsito ainda \u00e9 um entrave. \u201cA maioria dos motoristas n\u00e3o est\u00e1 bem-informada. Falta conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, e mais investimento do governo em educa\u00e7\u00e3o para o tr\u00e2nsito. Muitas autoescolas tamb\u00e9m n\u00e3o oferecem uma forma\u00e7\u00e3o de qualidade\u201d, conclui.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como prevenir acidentes e contribuir para um tr\u00e2nsito mais seguro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diante dos n\u00fameros alarmantes e dos relatos de quem vivencia diariamente os desafios nas vias de Rio Branco, a preven\u00e7\u00e3o se torna indispens\u00e1vel. Confira algumas orienta\u00e7\u00f5es que podem ajudar a salvar vidas durante a rotina de tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Respeite os limites de velocidade e a sinaliza\u00e7\u00e3o<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Nunca dirija sob efeito de \u00e1lcool ou outras subst\u00e2ncias<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Use sempre o cinto de seguran\u00e7a e capacete, no caso de motociclistas<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Evite o uso do celular ao volante<\/strong>;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mantenha a manuten\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo em dia<\/strong>, especialmente pneus e freios;<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Esteja atento \u00e0s condi\u00e7\u00f5es da pista<\/strong>, principalmente em dias de chuva.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da responsabilidade individual, o papel da popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 fundamental na fiscaliza\u00e7\u00e3o cidad\u00e3. Irregularidades no tr\u00e2nsito, buracos em vias p\u00fablicas e comportamentos de risco podem &#8211; e devem &#8211; ser denunciados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Canais de Den\u00fancia e Contato:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>RBTrans<\/strong>\u00a0(Superintend\u00eancia Municipal de Transportes e Tr\u00e2nsito): (68) 3212-7040<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Detran\/AC: <\/strong>(68) 3229-5500, site:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.detran.ac.gov.br\/\">www.detran.ac.gov.br<\/a><\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ouvidoria da Prefeitura de Rio Branco<\/strong>: 0800 647 1311<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pol\u00edcia Militar <\/strong>(em caso de emerg\u00eancia ou flagrante de infra\u00e7\u00e3o):\u00a0190, site:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pm.ac.gov.br\/\">www.pm.ac.gov.br<\/a><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>As orienta\u00e7\u00f5es seguem recomenda\u00e7\u00f5es da&nbsp;Secretaria Nacional de Tr\u00e2nsito (Senatran)&nbsp;e do&nbsp;Observat\u00f3rio Nacional de Seguran\u00e7a Vi\u00e1ria (ONSV), que refor\u00e7am a import\u00e2ncia da educa\u00e7\u00e3o, fiscaliza\u00e7\u00e3o e boas pr\u00e1ticas para a redu\u00e7\u00e3o de acidentes. Somente com a uni\u00e3o entre poder p\u00fablico, condutores e pedestres ser\u00e1 poss\u00edvel transformar Rio Branco em uma cidade mais segura para todos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00famero de mortes cai 41%, mas ocorr\u00eancias aumentam e imprud\u00eancia ainda preocupa autoridades e popula\u00e7\u00e3o Por Ana Fl\u00e1via Santos, Gabriela Fintelman, Lu\u00edsy Xavier, Patr\u00edcia Pinheiro e Pedro Amorim No primeiro trimestre de 2025, Rio Branco registrou 676 acidentes de tr\u00e2nsito, com um aumento de 3% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2024, quando foram contabilizadas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":4642,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[8],"coauthors":[136],"class_list":["post-4636","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ultimas-noticias","tag-destaque"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/unnamed-7-1.jpg?fit=330%2C288&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4636"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4636\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5218,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4636\/revisions\/5218"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4642"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4636"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcoauthors&post=4636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}