{"id":4471,"date":"2025-04-02T15:00:00","date_gmt":"2025-04-02T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=4471"},"modified":"2025-04-02T12:22:57","modified_gmt":"2025-04-02T17:22:57","slug":"na-ufac-neabi-fortalece-debates-sobre-a-historia-negra-e-indigena-do-acre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=4471","title":{"rendered":"Na Ufac, NEABI fortalece debates sobre a hist\u00f3ria negra e ind\u00edgena do Acre"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Por Anne Santos, Jordan Ara\u00fajo, Lunna Lopes, Natan Dantas e Vit\u00f3ria Oliveira<strong>*<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Criado em 2018, o N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas (NEABI) tem se constitu\u00eddo em uma iniciativa de relev\u00e2ncia para inserir o movimento negro educador dentro da universidade e lev\u00e1-lo para al\u00e9m do conhecimento deturpado que a sociedade tem sobre sua pr\u00f3pria origem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Idealizado pelo professor Paulo Vinicius Baptista da Silva, falecido em 30 de outubro de 2024, em seu in\u00edcio n\u00e3o inclu\u00eda a popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena e se chamava NEAB, mas com a participa\u00e7\u00e3o ativa de pessoas ind\u00edgenas foi acrescentado o \u201ci\u201d e, atualmente, o n\u00facleo se chama NEABI.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a professora Fl\u00e1via Rocha,&nbsp; ao longo de sua trajet\u00f3ria o n\u00facleo disp\u00f4s de cursos que foram ofertados na \u00e9poca da pandemia como, por exemplo, o curso Racismo e Antirracismo na Inf\u00e2ncia, ofertado em 2021, inteiramente na modalidade online. \u201cA gente teve mais de 300 inscritos e mais de 200 pessoas formadas nesse curso\u201d, acescenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados finais desses cursos foram propostas para as inf\u00e2ncias dentro da Base Nacional Comum Curricular (BNCC)&nbsp; de como aplicar \u00e0s leis 10.639 e 11.645, al\u00e9m de ganhar uma vers\u00e3o em livro que ganhou o t\u00edtulo \u201cRacismos e Antirracismos nas Inf\u00e2ncias\u201d, publicado Edufac.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra a\u00e7\u00e3o de destaque desenvolvida pelo n\u00facleo \u00e9 a Revista em Favor da Igualdade Racial (REFIR). Idealizadora e editora chefe da publica\u00e7\u00e3o, a professora Fl\u00e1via Rocha coordena desde o ano de 2019 e realiza as publica\u00e7\u00f5es de pesquisas executadas por alunos graduados e n\u00e3o graduados. \u201cEra muito injusto, eu tinha&nbsp; o laborat\u00f3rio de pesquisa que era todo de alunos da gradua\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m faziam pesquisas imensas e n\u00e3o tinha onde publicar. A\u00ed ent\u00e3o eu notei a necessidade de criar a revista\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>No ano de 2022, a publica\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou o feito de ser avaliada com uma nota B1, atrav\u00e9s do sistema de classifica\u00e7\u00e3o de peri\u00f3dicos cient\u00edficos que indica a qualidade da produ\u00e7\u00e3o como um todo, sendo a categoria B1 uma nota de prest\u00edgio e contribui\u00e7\u00e3o nacional. Um feito que pode ser acessado atrav\u00e9s do link: <a href=\"https:\/\/periodicos.ufac.br\/index.php\/RFIR\">https:\/\/periodicos.ufac.br\/index.php\/RFIR<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Lu\u00edsy Rodrigues, aluna do curso de Bacharelado em Jornalismo e bolsista do N\u00facleo de Estudos Afro-brasileiros e ind\u00edgenas (NEABI), destaca a import\u00e2ncia das redes sociais para o n\u00facleo expandir o debate sobre as quest\u00f5es que aborda. \u201cO NEABI tem feito um \u00f3timo trabalho ao utilizar a tecnologia para expandir sua atua\u00e7\u00e3o, seja por meio de cursos online, eventos h\u00edbridos ou das redes sociais, que ajudam a levar o debate para al\u00e9m do ambiente acad\u00eamico\u201d, ressaltou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O boletim de A\u00e7\u00f5es NEABI\/UFAC, publicado em janeiro de 2025, \u00e9 outra estrat\u00e9gia utilizada pelo n\u00facleo para divulgar eventos e contribui\u00e7\u00f5es realizadas presencialmente, demostrando transpar\u00eancia e comprometimento com o trabalho desenvolvido por cada coordenadoria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"458\" height=\"249\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-02-122129.png?resize=458%2C249&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-4473\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-02-122129.png?w=458&amp;ssl=1 458w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Captura-de-tela-2025-04-02-122129.png?resize=300%2C163&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 458px) 100vw, 458px\" \/><figcaption>Imagem 2, postada em 5 de fevereiro de 2025. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Por meios das redes sociais \u00e9 poss\u00edvel acompanhar e participar ativamente das a\u00e7\u00f5es que promovem \u00e0 rever\u00eancia a hist\u00f3ria negra e ind\u00edgena do Acre. Confira e siga o N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e ind\u00edgenas (NEABI) em suas redes sociais, @neabi.ufac.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>*<em>Texto produzido na disciplina Fundamentos do Jornalismo sob supervis\u00e3o do professor Wagner Costa<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Criado em 2018, o N\u00facleo de Estudos Afro-Brasileiros e Ind\u00edgenas (NEABI) tem se constitu\u00eddo em uma iniciativa de relev\u00e2ncia para inserir o movimento negro educador dentro da universidade e lev\u00e1-lo para al\u00e9m do conhecimento deturpado que a sociedade tem sobre sua pr\u00f3pria origem.<\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":4472,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[8,151],"coauthors":[136],"class_list":["post-4471","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-rotas","tag-destaque","tag-destaque-ufac"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/CAPA-1-scaled.jpg?fit=2560%2C1326&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4471","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4471"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4471\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4475,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4471\/revisions\/4475"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4472"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4471"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4471"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4471"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcoauthors&post=4471"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}