{"id":3759,"date":"2024-02-02T11:00:00","date_gmt":"2024-02-02T16:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=3759"},"modified":"2024-02-02T16:30:46","modified_gmt":"2024-02-02T21:30:46","slug":"filme-noites-alienigenas-ganha-mais-um-premio-para-o-cinema-acreano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=3759","title":{"rendered":"Filme &#8220;Noites Alien\u00edgenas&#8221; ganha mais um pr\u00eamio para o cinema acreano"},"content":{"rendered":"\n<p>Por Enilson Amorim<\/p>\n\n\n\n<p>O longa-metragem acreano &#8220;Noites Alien\u00edgenas&#8221; ganhou, no \u00faltimo dia 29 de janeiro, o pr\u00eamio de melhor roteiro pela Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte (APCA). O filme do cineasta S\u00e9rgio de Carvalho recebeu destaque nacional em agosto do ano passado, quando venceu o Festival de Cinema de Gramado, levando cinco trof\u00e9us e uma men\u00e7\u00e3o honrosa, sendo assim considerado o melhor longa brasileiro do ano. Logo em seguida, participou do Festival de Cannes, na Fran\u00e7a, e na sequ\u00eancia entrou em exibi\u00e7\u00e3o nas salas de cinema do Brasil e do mundo, servindo como pauta de mat\u00e9rias e cr\u00edticas especializadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A obra \u00e9 ambientada na cidade de Rio Branco e conta a hist\u00f3ria de um rapper e grafiteiro chamado Rivelino, que por ironia do destino acaba se envolvendo com traficantes. Os outros personagens de destaque s\u00e3o o casal Paulo e Sandra, que enfrentam dificuldades por causa da depend\u00eancia qu\u00edmica de seu filho. O elenco conta com Gabriel Knox (Rivelino), Gleici Damasceno (Sandra), Adalino (Paulo) e o ator Chico D\u00edaz (Al\u00ea).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Cinema acreano em destaque<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Nem todos sabem que o cinema acreano tinha destaque em festivais no Brasil desde os anos 70. Nos anos 80 e 90 teve uma s\u00e9rie de produ\u00e7\u00f5es que tamb\u00e9m circularam por festivais nacionais e locais. <\/p>\n\n\n\n<p>Durante estes 50 anos, o cinema acreano continua ativo, impulsionadopor duas institui\u00e7\u00f5es criadas para representar o cinema no estado, o Est\u00fadio Cinematogr\u00e1fico Amador de Jovens Acreanos (Ecaja Filmes), fundado em 16 de mar\u00e7o de 1973, e a Associa\u00e7\u00e3o Acreana de Cinema (Asacine), criada em junho de 1983.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas institui\u00e7\u00f5es, que perduram at\u00e9 os dias de hoje, promoveram festivais de cinema em todo o estado, e tamb\u00e9m cursos, oficinas e palestras no segmento do audiovisual. Em 2021, a Asacine criou o FestCineMulher, evento que promove o cinema da mulher acreana, que j\u00e1 se encontra na sua terceira edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Incentivo \u00e0s produ\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>\u201cUma conquista do cinema acreano foram as pautas que levamos ao Pal\u00e1cio Rio Branco desde os anos de 1980, visando a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de incentivo a produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas no Estado, que resultaram na cria\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Garibaldi Brasil (FGB) e Funda\u00e7\u00e3o Elias Mansour (FEM), institui\u00e7\u00f5es que na atualidade formulam editais para financiar trabalhos nas diversas linguagens das artes, dentre elas o cinema\u201d, comenta Adalberto Queiroz, considerado um dos pioneiros do cinema no Acre.<\/p>\n\n\n\n<p>Na atualidade, Rio Branco conta com dois mecanismos de apoio ao audiovisual: uma lei municipal e outra lei estadual de incentivo. Estes dois instrumentos de apoio ao cinema e outras linguagens das artes acabam sendo uma maneira para alavancar as produ\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o cineasta Guilherme Francisco, \u201cestas leis de incentivo s\u00e3o o \u00fanico bem que temos para financiar os nossos trabalhos. E agora vai ficar melhor com a Lei Paulo Gustavo, pois o cinema amaz\u00f4nico, cujo custo se torna caro, ter\u00e1 uma oportunidade \u00fanica quando receber do governo federal uma inje\u00e7\u00e3o financeira bastante quantitativa, que n\u00e3o s\u00f3 vai movimentar a economia local, mas dar uma qualidade significativa em nossas produ\u00e7\u00f5es\u201d comenta ele, considerado um dos primeiros a produzir filmes em VHS.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Hist\u00f3ria nos festivais<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A hist\u00f3ria do cinema acreano tem in\u00edcio nos anos de 1970, em plena ditadura militar, quando tr\u00eas jovens liderados pelo compositor Jo\u00e3o Batista Marques de Assun\u00e7\u00e3o (Teixeirinha do Acre) se juntam com o vendedor de bananas Adalberto Queiroz e o trabalhador de olaria Ant\u00f4nio Evangelista (Tonivan) para produzir o primeiro longa-metragem intitulado <em>Fracassou meu Casamento<\/em>. A produ\u00e7\u00e3o foi pol\u00eamica, considerando o momento pol\u00edtico pelo qual o Brasil estava passando, tanto que, segundo Adalberto Queiroz, foi apreendido pela Pol\u00edcia Federal. <strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s fomos lan\u00e7ar o filme <em>Fracassou meu Casamento<\/em>, filmado em Super 8 mil\u00edmetros, na pra\u00e7a do Munic\u00edpio de Brasil\u00e9ia, com a participa\u00e7\u00e3o de muita gente da comunidade. Quando terminamos a estreia, j\u00e1 fomos convidados para lan\u00e7ar a pel\u00edcula na Bol\u00edvia. Mas, infelizmente, quando est\u00e1vamos atravessando a fronteira, a Pol\u00edcia Federal prendeu o nosso filme.\u201d Ele conta que a apreens\u00e3o foi por falta de um documento exigido pelos \u00f3rg\u00e3os fiscalizadores do governo da \u00e9poca, o \u201cCertificado de Censura\u201d da obra. \u201cIsso aconteceu porque n\u00f3s \u00e9ramos produtores bastante imaturos com rela\u00e7\u00e3o a estas atividades burocr\u00e1ticas ligadas ao audiovisual durante aqueles tempos de muita repress\u00e3o\u201d, explicou Adalberto Queiroz.<\/p>\n\n\n\n<p>Amantes da s\u00e9tima arte, os tr\u00eas jovens continuaram com suas produ\u00e7\u00f5es com o longa-metragem <em>Rosinha, a rainha do sert\u00e3o<\/em>, filmado tamb\u00e9m em Super 8 mil\u00edmetros. Este longa participou em 1978 do XI Festival de Bras\u00edlia do Cinema Brasileiro, junto a filmes como <em>Chuvas de Ver\u00e3o,<\/em> do cineasta Arnaldo Jabor, e <em>Esta noite encarnarei no teu cad\u00e1ver<\/em>, do cineasta Jos\u00e9 Mojica Marins (Z\u00e9 do Caix\u00e3o). Segundo Queiroz, nesse Festival o filme <em>Rosinha, a rainha do sert\u00e3o<\/em> foi o mais aplaudido, recebendo elogios de cineastas e cr\u00edticos de cinema renomados.<\/p>\n\n\n\n<p>No ano seguinte, em 1979 <em>A Luta em busca do Amor<\/em>, participou do VII Super Festival de Cinema de S\u00e3o Paulo, onde Jo\u00e3o Batista ganhou o pr\u00eamio de melhor ator, por interpretar o personagem Jac\u00f3.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem1.jpg?resize=306%2C293&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3760\" width=\"306\" height=\"293\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem1.jpg?w=306&amp;ssl=1 306w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem1.jpg?resize=300%2C287&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 306px) 100vw, 306px\" \/><figcaption><em>Mat\u00e9ria publicada no Jornal O Rio Branco mostra o cineasta Adalberto Queiroz no <\/em>set<em> de grava\u00e7\u00e3o do filme <\/em>A Luta em Busca do Amor<em> produzido em 1976.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Na edi\u00e7\u00e3o do Festival Acreano de V\u00eddeos que aconteceu em 1992, promovido pela Funda\u00e7\u00e3o Elias Mansour \/ Governo do Acre e realizado na Filmoteca da Biblioteca P\u00fablica, o filme<em> Marcas <\/em>(1988), de Laurencio Lopes, foi agraciado com o pr\u00eamio de melhor filme. O longa \u00e9 considerado a primeira produ\u00e7\u00e3o da era VHS e contou&nbsp; no elenco com Guilherme Francisco, Socorro Neves, In\u00eaz de Andrade, Romeu Luna, Reginaldo Gomes, Welington Silva e outros. A pel\u00edcula teve a equipe de suporte composta pelos cineastas Adalberto Queiroz e Jo\u00e3o Batista Marques de Assun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"492\" height=\"357\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem2.jpg?resize=492%2C357&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3761\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem2.jpg?w=492&amp;ssl=1 492w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem2.jpg?resize=300%2C218&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 492px) 100vw, 492px\" \/><figcaption><em>Folder do II Festival Acreano de v\u00eddeos realizado pela Asacine, Funda\u00e7\u00e3o de Cultura e com o apoio da Universidade Federal do Acre (Ufac)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cNeste festival, o <em>Marcas<\/em>, que destaca a for\u00e7a do coronelismo no Acre, concorreu com filmes nacionais, dentre eles podemos destacar o filme \u201cO Ovo\u201d, cujo elenco \u00e9 composto pelas atrizes Luc\u00e9lia Santos e Carla Camurati. Os jurados foram compostos por cineastas oriundos de outros estados brasileiros e mesmo assim meu filme foi vitorioso\u201d, conta emocionado o cineasta Laurencio Lopes, roteirista do filme.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"383\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem3.png?resize=567%2C383&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3762\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem3.png?w=567&amp;ssl=1 567w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem3.png?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><figcaption><em>Capa do filme <\/em>Marcas<em> (1988), do cineasta Laurencio Lopes, \u00e9 considerado o primeiro filme acreano rodado em VHS.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Outro momento importante do cinema acreano foi a participa\u00e7\u00e3o do document\u00e1rio <em>Revolu\u00e7\u00e3o Acreana <\/em>no II Festival de Varginha em Minas Gerais, em 2002, quando ganhou o pr\u00eamio de melhor filme na sua estreia nacional.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"567\" height=\"261\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem4.jpg?resize=567%2C261&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3763\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem4.jpg?w=567&amp;ssl=1 567w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem4.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" \/><figcaption><em>Recorte do jornal P\u00e1gina 20 destacando a vit\u00f3ria do document\u00e1rio Revolu\u00e7\u00e3o Acreana do cineasta Adalberto Queiroz no Festival de Varginha em Minas Gerais<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Os filmes acreanos <em>Revolu\u00e7\u00e3o Acreana<\/em>, <em>Rosinha, a Rainha do Sert\u00e3o<\/em>, <em>Caravana Verde<\/em> e <em>Filhos da Rua<\/em> foram exibidos e bastante aplaudidos no I Festival Internacional de Lisboa, realizado em 2010.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"312\" height=\"597\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem5.jpg?resize=312%2C597&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3764\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem5.jpg?w=312&amp;ssl=1 312w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2024\/02\/Imagem5.jpg?resize=157%2C300&amp;ssl=1 157w\" sizes=\"(max-width: 312px) 100vw, 312px\" \/><figcaption><em>Mat\u00e9ria publicada no peri\u00f3dico O Rio Branco da participa\u00e7\u00e3o dos cineastas Adalberto Queiroz, Ant\u00f4nio Evangelista (Tonivan) e Jo\u00e3o Batista Marques de Assun\u00e7\u00e3o no Festival de Cinema de Fortaleza.<\/em><\/figcaption><\/figure><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Enilson Amorim O longa-metragem acreano &#8220;Noites Alien\u00edgenas&#8221; ganhou, no \u00faltimo dia 29 de janeiro, o pr\u00eamio de melhor roteiro pela Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte (APCA). 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