{"id":3503,"date":"2023-09-27T09:42:03","date_gmt":"2023-09-27T14:42:03","guid":{"rendered":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=3503"},"modified":"2024-02-27T19:32:40","modified_gmt":"2024-02-28T00:32:40","slug":"retratos-servico-delivery-mantem-crescimento-mesmo-apos-abertura-de-comercio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=3503","title":{"rendered":"Retratos: Servi\u00e7o Delivery mant\u00e9m crescimento mesmo ap\u00f3s abertura de com\u00e9rcio"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Conforme pesquisa realizada pela Kantar, houve um r\u00e1pido crescimento no uso do servi\u00e7o de delivery no Brasil, saltando de 80% em 2020 para 89% em 2022. O Instituto Foodservice Brasil (IFB) indica que o setor de delivery apresenta um crescimento em torno de 7,5% no ano de 2023.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ana Michele, Tiago Soares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No dia 30 de janeiro de 2020, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) declara Emerg\u00eancia de Sa\u00fade P\u00fablica de Import\u00e2ncia Internacional devido ao surto do novo coronav\u00edrus, uma doen\u00e7a causada pelo coronav\u00edrus SARS-CoV-2. Levando em considera\u00e7\u00e3o esse fato e os primeiros tr\u00eas casos confirmados de COVID-19 no estado do Acre, em 17 de mar\u00e7o de 2020, a Prefeita do Munic\u00edpio de Rio Branco, Socorro Neri, decreta Situa\u00e7\u00e3o de Emerg\u00eancia em Sa\u00fade na cidade. Para conter a propaga\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, v\u00e1rias medidas s\u00e3o implementadas. Al\u00e9m das pr\u00e1ticas individuais de higiene, uma das principais recomenda\u00e7\u00f5es emitidas pela OMS foi o estabelecimento do distanciamento social. As pessoas passam a evitar o contato f\u00edsico e quem podia, se manteve sem sair de casa, o que consequentemente levou ao fechamento de empresas.Maraya Keury Melo Muniz \u00e9 uma das pessoas que experienciou os impactos que vieram com a pandemia. Ela n\u00e3o s\u00f3 acompanhou de perto as transforma\u00e7\u00f5es, como superou as dificuldades e cresceu com a empresa em que trabalha. Hoje, aos 20 anos, \u00e9 gerente de um estabelecimento do ramo aliment\u00edcio. Maraya conta que antes da pandemia, trabalhavam com dois pontos: um presencial e outro que j\u00e1 atendia atrav\u00e9s do &#8220;Delivery\u201d, servi\u00e7o de entrega em domic\u00edlio, onde o cliente realiza seu pedido atrav\u00e9s do celular ou computador, pagando e recebendo o produto sem sair de casa. Eles tinham um sal\u00e3o com mesas, cadeiras, pratos e talheres. As pessoas saiam para jantar, se reuniam com amigos e fam\u00edlia, mas repentinamente, precisaram abrir m\u00e3os desses momentos para manter a pr\u00f3pria sa\u00fade e das pessoas que amavam. Em consequ\u00eancia, o estabelecimento precisou fechar as portas, ficando apenas no atendimento delivery, que j\u00e1 era usado, mas n\u00e3o na propor\u00e7\u00e3o atual. Uma pesquisa encomendada pela VR Benef\u00edcios e realizada pelo Instituto Locomotiva mostra que, no Brasil, o servi\u00e7o de delivery aumentou de 49% antes da pandemia para 81% ap\u00f3s as medidas restritivas. Maraya, na \u00e9poca, era atendente. Ela conta que no in\u00edcio enfrentaram desafios para conseguir atender e se adaptar ao grande n\u00famero de entregas que foram surgindo. \u2018\u2019 N\u00e3o esper\u00e1vamos que a quantidade de pedidos fosse aumentar de forma t\u00e3o r\u00e1pida.\u2019\u2019 relata. \u201c\u00c9 claro que a empresa busca sempre o melhor, mas n\u00e3o imagin\u00e1vamos que cresceria tanto e de forma t\u00e3o r\u00e1pida. Foi como um \u2018Boom\u2019.\u2019\u2019 relembra Maraya.Com a r\u00e1pida expans\u00e3o, vieram problemas inesperados, como a dificuldade em manter os prazos de entrega no in\u00edcio, chegando ao ponto em que, em algumas ocasi\u00f5es, n\u00e3o conseguir realizar as entregas a tempo. Maraya recorda de uma situa\u00e7\u00e3o particular em que ficou claro que a capacidade de atender a todos os bairros de Rio Branco, mesmo em uma cidade n\u00e3o t\u00e3o extensa, era uma tarefa dif\u00edcil. &#8220;Foi nesse momento que optamos por limitar as entregas para determinados bairros, para podermos atender aos nossos clientes com rapidez e efici\u00eancia.\u2019\u2019Al\u00e9m de alterar as estrat\u00e9gias de atendimento e de entregas, foi preciso adotar medidas de higiene para garantir a seguran\u00e7a dos funcion\u00e1rios, entregadores e clientes. \u2018\u2019Foi exigido o uso de m\u00e1scara para todos na cozinha, por mais que n\u00e3o tivessem em contato direto com os clientes.\u2019\u2019 O mesmo cuidado se aplicava aos entregadores. \u2018\u2019Mesmo com o capacete precisavam estar de m\u00e1scara\u2019\u2019, relata Maraya. Al\u00e9m da m\u00e1scara, o uso de \u00e1lcool em gel era indispens\u00e1vel, assim como o h\u00e1bito de sempre higienizar os alimentos ap\u00f3s chegar do mercado. Outra mudan\u00e7a foi em rela\u00e7\u00e3o ao pagamento. \u2018\u2019Ao inv\u00e9s do dinheiro, prefer\u00edamos sempre o pix ou pagamento por aproxima\u00e7\u00e3o.\u2019\u2019 conta. Ela relata ainda que o atendimento come\u00e7ou sendo feito pelo WhatsApp. Mas para promover o servi\u00e7o de entrega, optaram por utilizar outros meios, como o \u2018Ifood\u2019, uma empresa que atua no servi\u00e7o de delivery de alimentos por meio de um aplicativo. \u201cTamb\u00e9m temos um sistema que tira pedidos online.\u2019\u2019 Essa forma de atendimento ajudou a alcan\u00e7ar e manter mais clientes, pois facilita o processo de pedidos, pagamento e acompanhamento das entregas. \u2018\u2019Temos um link onde o cliente realiza seu pr\u00f3prio pedido, coloca o endere\u00e7o e forma de pagamento, e em seguida o pedido vai direto para a cozinha.\u2019\u2019 explica Maraya. Al\u00e9m de alterar a din\u00e2mica de atendimento e investir na qualidade dos produtos, foi necess\u00e1rio tamb\u00e9m modificar a log\u00edstica das rotas de entregas. \u2018\u2019Atualmente temos 10 entregadores para dar conta da demanda com precis\u00e3o e fazer com que o pedido chegue com rapidez na casa do cliente.\u2019\u2019 afirma Maraya.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entre Desafios e Entregas: A Jornada dos Motoboys na Pandemia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"614\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017.jpg?resize=740%2C614&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-3512\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017-scaled.jpg?resize=1024%2C850&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017-scaled.jpg?resize=300%2C249&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017-scaled.jpg?resize=768%2C638&amp;ssl=1 768w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017-scaled.jpg?resize=1536%2C1275&amp;ssl=1 1536w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017-scaled.jpg?resize=2048%2C1700&amp;ssl=1 2048w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017-scaled.jpg?w=1480&amp;ssl=1 1480w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164017-scaled.jpg?w=2220&amp;ssl=1 2220w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><figcaption><em>&#8220;Motoboy&#8221;, profiss\u00e3o que utiliza uma motocicleta para fazer entregas.&#8221;\/Foto: Ana Michele <\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Elissandro Matos do Nascimento, assim como mais de 13 milh\u00f5es de brasileiros em 2020, estava desempregado. No caso dele foi por op\u00e7\u00e3o. Decidiu sair do seu emprego como atendente. Foi tentar uma vaga como &#8220;motoboy&#8221;, profiss\u00e3o que utiliza uma motocicleta para fazer entregas.&nbsp; Ao mesmo tempo que precisou se adaptar \u00e0 nova ocupa\u00e7\u00e3o, precisou se adaptar \u00e0 nova rotina da pandemia e as exig\u00eancias que surgiram com ela. Sua preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era s\u00f3 entregar os pedidos no prazo, mas fazer isso de maneira segura para todos. E para garantir sua seguran\u00e7a e a dos clientes, passou a usar m\u00e1scara constantemente, assim como \u00e1lcool em gel. Com o distanciamento social imposto, ele precisou ter muito cuidado ao realizar as entregas. &#8220;Chegou um tempo em que tivemos at\u00e9 que usar luvas porque os clientes n\u00e3o queriam contato f\u00edsico com a gente.&#8221; relata. Nos condom\u00ednios, que antes era preciso subir escadas para entregar na porta dos clientes, a entrada j\u00e1 n\u00e3o era mais permitida e as entregas eram feitas na portaria, medida tomada para minimizar o contato. \u2018\u2019Tinha clientes que nem abriam a porta para a gente. Tinha uma mesinha do lado de fora onde eu deixava o pedido&#8221;, conta. Essa nova din\u00e2mica tamb\u00e9m se estendeu ao pagamento, a fim de evitar a troca direta de dinheiro. &#8220;\u00c0s vezes o dinheiro j\u00e1 estava em um saquinho amarrado&#8221;, explica.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Al\u00e9m disso, outra dificuldade enfrentada por ele foi o aumento inesperado da demanda. Com o fechamento de estabelecimentos que antes atendiam presencialmente, o distanciamento social e a crescente preocupa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade, as pessoas voltaram-se mais para as entregas em casa. &#8220;Quando comecei, faz\u00edamos cerca de 50 a 60 entregas por dia, mas de repente, tudo mudou&#8221;, relata Elissandro. &#8220;A quantidade de pedidos aumentou de forma r\u00e1pida, e passamos a fazer de 100 a 150 entregas em um dia.\u2019\u2019 Essa mudan\u00e7a repentina trouxe um desafio adicional \u00e0 sua rotina j\u00e1 adaptada, exigindo agilidade e organiza\u00e7\u00e3o para cumprir todas as entregas com excel\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, aos 34 anos, &#8220;Sandro&#8221;, como \u00e9 chamado por seus colegas, superou esse momento desafiador e continua na mesma profiss\u00e3o. H\u00e1 alguns dias mais estressantes que outros, dois ou mais clientes que n\u00e3o atendem a liga\u00e7\u00e3o ou demoram para pegar o pedido, mas apesar disso, ama o que faz. Uma pesquisa de Harvard realizada desde 1983, estudou mais de 700 profiss\u00f5es e estabeleceu as sete que mais causam insatisfa\u00e7\u00e3o nos trabalhadores. Entregador est\u00e1 em primeiro lugar. Sandro n\u00e3o concorda. Essa pesquisa relaciona a infelicidade ao trabalho solit\u00e1rio. Por\u00e9m, o que chamam de solid\u00e3o, ele chama de liberdade. &#8220;Trabalho de motoboy \u00e9 bom porque n\u00e3o tem ningu\u00e9m no teu p\u00e9 direto, falando o que tem que fazer.&#8221; afirma.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mudan\u00e7as de comportamento perduram<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com a reabertura dos estabelecimentos f\u00edsicos, o delivery de alimentos continua sendo bastante usado. Conforme pesquisa realizada pela Kantar, empresa de consultoria da Inglaterra, houve um r\u00e1pido crescimento no uso do servi\u00e7o de delivery no Brasil, saltando de 80% em 2020 para 89% em 2022. O Instituto Foodservice Brasil (IFB) o que o setor de delivery apresenta um crescimento em torno de 7,5% no ano de 2023.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda segundo a Kantar, al\u00e9m do h\u00e1bito, essa mudan\u00e7a foi impulsionada pela busca por conveni\u00eancia, sabor e prazer no consumo de refei\u00e7\u00f5es. Ela analisou que 70% dos brasileiros compram por conveni\u00eancia e 55% dos que t\u00eam maior poder aquisitivo decidem experimentar novos pratos. Em uma an\u00e1lise mundial, ela determinou que as principais raz\u00f5es de realizarem compras de comida pelo delivery \u00e9 por n\u00e3o ter que cozinhar em casa (25%) ou por preferir realizar suas refei\u00e7\u00f5es na comodidade do lar (15%). Ap\u00f3s as restri\u00e7\u00f5es e o isolamento social, o delivery se tornou n\u00e3o apenas uma alternativa, mas uma escolha frequentemente preferida.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a pesquisadora Luci Praun, da Universidade Federal do Acre (UFAC), a pandemia favoreceu uma experimenta\u00e7\u00e3o maior por parte das empresas, permitindo que elas testassem novas tecnologias, mercados e p\u00fablicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma foi poss\u00edvel atingir consumidores que antes tinham uma resist\u00eancia maior em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 tecnologia, como as gera\u00e7\u00f5es mais velhas que por conta da pandemia e do isolamento social tiveram que fazer usos desses aparelhos cotidianamente, criando assim, novos h\u00e1bitos sociais.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Cyber <\/em><\/strong><strong>socializa\u00e7\u00e3o e mudan\u00e7a de h\u00e1bitos&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao tentarmos entender como a pandemia favoreceu o servi\u00e7o de delivery atrav\u00e9s da mudan\u00e7a de costumes sociais, recorremos \u00e0 professora Ana Let\u00edcia de Fiori da UFAC, pesquisadora do Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana (LabNAU) da USP.<\/p>\n\n\n\n<p>Perguntamos a ela se a pandemia n\u00e3o potencializou, de alguma forma, o v\u00ednculo entre cibercultura e indiv\u00edduo p\u00f3s-moderno, gerando altera\u00e7\u00f5es na forma de sociabilidade desse sujeito, ou a aceita\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas que antes n\u00e3o eram.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como exemplo temos a tentativa de substituir os livros did\u00e1ticos por digitais, atrav\u00e9s da retirada do estado de S\u00e3o Paulo do PNDL (Programa Nacional de Livros Did\u00e1ticos) em uma tentativa de aprofundamento de conte\u00fado.<\/p>\n\n\n\n<p>A Prof. Fiori lembra que a virtualiza\u00e7\u00e3o de formas de sociabilidade, atrav\u00e9s da internet e das redes sociais gera o h\u00e1bito de \u201cestarmos em contato constante, e a acreditar que devemos estar. Temos dificuldade hoje de n\u00e3o consultar as redes sociais a cada instante, o que tem impacto nas nossas intera\u00e7\u00f5es e em nossos lazeres.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Jovens v\u00e3o ao cinema e n\u00e3o conseguem ficar toda a sess\u00e3o sem mexer no celular. O senso comum descreve isso como excesso de informa\u00e7\u00e3o, mas na verdade de fato \u00e9 excesso de est\u00edmulos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas mudan\u00e7as na sociabilidade criam uma gera\u00e7\u00e3o mais caseira &nbsp; mais adaptada a permanecer em casa, desde que haja um aparelho conectado \u00e0 internet, a pandemia favoreceu esses costumes, complementa a Professora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o que demonstra o relat\u00f3rio Covitel 2023, segundo ele os mais jovens, a gera\u00e7\u00e3o Z, est\u00e1 bebendo menos \u00e1lcool e voltando para casa antes da meia noite, se comparado aos <em>millennials <\/em>(pessoas que nasceram entre 1981 e 1985).<\/p>\n\n\n\n<p>O setor de alimenta\u00e7\u00e3o soube aproveitar essas mudan\u00e7as atrav\u00e9s de aplicativos ou redes sociais, para n\u00e3o falir. O que antes era quest\u00e3o de sobreviv\u00eancia atrav\u00e9s do empreendedorismo torna-se inova\u00e7\u00e3o e oportunidade e por que n\u00e3o, h\u00e1bito social.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2018\u2019Atualmente temos 10 entregadores para dar conta da demanda com precis\u00e3o e fazer com que o pedido chegue com rapidez na casa do cliente.\u2019\u2019 afirma Maraya. \/ Foto: Ana Michele <\/p>\n","protected":false},"author":24,"featured_media":3511,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"enabled":false},"version":2}},"categories":[3,1],"tags":[],"coauthors":[136],"class_list":["post-3503","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-corriqueiras","category-ultimas-noticias"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/20230829_164111-scaled.jpg?fit=2560%2C1474&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3503","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/24"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3503"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3503\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3547,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3503\/revisions\/3547"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3511"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3503"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3503"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3503"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcoauthors&post=3503"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}