{"id":2659,"date":"2022-09-21T08:00:00","date_gmt":"2022-09-21T13:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=2659"},"modified":"2023-07-06T18:31:33","modified_gmt":"2023-07-06T23:31:33","slug":"filmes-e-series-impulsionam-o-interesse-por-quadrinhos-no-acre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=2659","title":{"rendered":"Filmes e s\u00e9ries impulsionam o interesse por quadrinhos no Acre"},"content":{"rendered":"\n<p><em>A volta das HQs: cresce o mercado consumidor de quadrinhos por influ\u00eancia das adapta\u00e7\u00f5es&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por Elizabeth Muniz e William Souza<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8216;Vingadores: Ultimato<\/em>&#8216; e <em>&#8216;Pantera Negra<\/em>&#8216; s\u00e3o algumas das maiores bilheterias do cinema. <em>&#8216;Umbrella Academy<\/em>&#8216; e &#8216;<em>Naruto<\/em>&#8216; bombam nos <em>streamings<\/em> e s\u00e3o febres entre os f\u00e3s de s\u00e9ries e animes. O que todos eles t\u00eam em comum?<\/p>\n\n\n\n<p>Quem assiste as suas produ\u00e7\u00f5es favoritas, independente da tela, baseadas em personagens da fic\u00e7\u00e3o como super-her\u00f3is, ninjas, bruxos, magos e cavaleiros, muitas vezes, nem se lembra de que elas nasceram de rabiscos em p\u00e1ginas vendidas como revistas. A onda de sucessos das adapta\u00e7\u00f5es cinematogr\u00e1ficas e televisivas de <em>comics<\/em> (hist\u00f3rias em quadrinhos, em ingl\u00eas) vem aumentando a populariza\u00e7\u00e3o deste g\u00eanero atrav\u00e9s dos anos, revitalizando-o. \u00c9 natural que a venda e o consumo desses produtos acompanhem essa tend\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A ascens\u00e3o da cultura geek no Brasil fez com que o interesse do consumidor por HQs e mang\u00e1s (quadrinhos japoneses) aumentasse. Como resultado, a quantidade de eventos locais voltados para esse g\u00eanero \u201cnerd\u201d se multiplicou; e a amplitude das m\u00eddias sociais, favoreceu a visibilidade deste tipo de conte\u00fado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em raz\u00e3o disso, uma <a href=\"https:\/\/www.istoedinheiro.com.br\/avanco-geek\/\">pesquisa feita pelo site <em>Isto\u00e9dinheiro.com<\/em><\/a> conversou com Pierre Mantovani, CEO da Omelete Company, organizadora da CCXP (Comic Con Experience), maior feira geek do mundo, e constatou que o potencial de consumo de artigos geek tem uma refer\u00eancia de mem\u00f3ria afetiva. Antigamente o mercado desses artigos era muito pequeno, mas hoje o cen\u00e1rio \u00e9 totalmente diferente, muitas pessoas consomem esse tipo de material, seja em forma de livros, seja em formato de outros artigos de uso pessoal, como bottons, camisetas, chinelos, souvenir e objetos de decora\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo Mantovani, durante uma feira realizada em S\u00e3o Paulo, a cultura geek chegou a atrair em 2019, cerca de 280 mil pessoas, mais que o dobro da Comic Con original realizada em San Diego, Estados Unidos, que obteve um p\u00fablico de 135 mil pessoas no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas afinal, como \u00e9 o perfil dos <em>geeks<\/em>? A O&amp;CO Intelig\u00eancia com a colabora\u00e7\u00e3o da Mindminers, plataforma de levantamentos de dados de marketing e e-commerce, detalhou essas caracter\u00edsticas com a pesquisa <em>Geek Power 2020.  <\/em>O levantamento apurou as seguintes informa\u00e7\u00f5es das pessoas que estavam esperando as novas temporadas desse tipo de conte\u00fado lan\u00e7adas em 2020, como \u201c<em>Mulher Maravilha 2<\/em> e<em> Vi\u00fava Negra<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"262\" height=\"455\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/grafico.png?resize=262%2C455&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-2660\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/grafico.png?w=262&amp;ssl=1 262w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/grafico.png?resize=173%2C300&amp;ssl=1 173w\" sizes=\"(max-width: 262px) 100vw, 262px\" \/><figcaption>Fonte: Reprodu\u00e7\u00e3o | Isto\u00c9 Dinheiro<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u00c9 fato que o p\u00fablico que consome produtos geek vem crescendo. O&nbsp; mundo dos HQs, mang\u00e1s e quadrinhos n\u00e3o caiu em desuso, apesar da diminui\u00e7\u00e3o de lojas f\u00edsicas que vendem esse tipo de material, em especial as novas edi\u00e7\u00f5es que s\u00e3o lan\u00e7adas no mercado de artigos de leituras impressas.<\/p>\n\n\n\n<p>No Acre n\u00e3o \u00e9 diferente. Lojistas da regi\u00e3o t\u00eam se esfor\u00e7ado para aproximar os leitores de suas obras favoritas, ganhando mais visibilidade e despertando o interesse dos jovens acreanos por quadrinhos, visando a acessibilidade dos colecionadores fan\u00e1ticos. \u201cAcredito que os \u00faltimos lan\u00e7amentos, principalmente de super-her\u00f3is e fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, fizeram com que a venda de HQs e mang\u00e1s aumentasse. Um exemplo recente disso foi a reposi\u00e7\u00e3o de &#8216;<em>The Boys<\/em>&#8216;, que era muito pequena e, ap\u00f3s o sucesso da s\u00e9rie, toda semana aparece algu\u00e9m querendo comprar\u201d, diz Francisco Ferreira, mais conhecido como Tio Rex, propriet\u00e1rio da loja de quadrinhos Cole\u00e7\u00f5es do Rex, atualmente localizado na Travessa Irineu Serra, Avi\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ele ressalta que, por influ\u00eancia das m\u00eddias e do boca-boca, o p\u00fablico est\u00e1 criando um interesse maior pelos quadrinhos, e que as pessoas v\u00eam lendo mais. Sendo assim, n\u00e3o d\u00e1 para negar que o que aconteceu nos \u00faltimos anos teve impacto direto no mercado de quadrinhos.<\/p>\n\n\n\n<p>O vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Nerds do Acre (Anac), Eduardo Madeira, afirma que com a internet e a ascens\u00e3o dos <em>streamings<\/em>, o consumo do g\u00eanero se tornou natural. \u201cEssa aproxima\u00e7\u00e3o de conte\u00fados ajudou o crescimento e populariza\u00e7\u00e3o das HQs e mang\u00e1s nas gera\u00e7\u00f5es mais novas, deixando de ser apenas um nicho e se tornando algo cada vez mais generalizado\u201d, analisa.<\/p>\n\n\n\n<p>A tend\u00eancia \u00e9 mais forte para aqueles que tiveram uma inf\u00e2ncia marcada pelos gibis. Geralmente, os jovens, como o estudante Gabriel Matheus, de 23 anos, iniciam a leitura ainda pequenos, com as hist\u00f3rias de Maur\u00edcio de Souza. \u201cComecei pela Turma da M\u00f4nica quando tinha uns seis anos de idade. Meus pais j\u00e1 consumiam e minha m\u00e3e sempre me incentivou a ler porque dizia que os gibis eram um est\u00edmulo para a leitura. Eu comprava, mas era meio descart\u00e1vel, n\u00e3o tinha o colecionismo. Tenho o privil\u00e9gio de ter tido condi\u00e7\u00f5es em casa e poder ler o que queria\u201d, disse Gabriel, que, com o tempo, parou de ler gibis e migrou para as sagas populares da literatura, como &#8216;<em>Harry Potter<\/em>&#8216;.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de um hiato sem ler muitas HQs, o estudante voltou ao h\u00e1bito com a compra de &#8216;<em>One Piece<\/em>&#8216;, mang\u00e1 de Eiichiro Oda, que vem sendo publicado desde 1997 e j\u00e1 ultrapassa os 100 volumes. \u201cHoje, j\u00e1 tenho quase 80. \u00c9 grande, mas o que me motiva a continuar \u00e9 a magn\u00edfica narrativa da obra\u201d, explica Gabriel.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUma vez me despertou a&nbsp;vontade de ler HQs da Marvel ou da DC. At\u00e9 cheguei a procurar no Google: \u2018Como come\u00e7ar a ler quadrinhos\u2019. \u00c9 meio complicado por conta da cronologia e das ramifica\u00e7\u00f5es; n\u00e3o \u00e9 uma m\u00eddia t\u00e3o acess\u00edvel\u201d, finaliza o estudante. Para ele, a falta de organiza\u00e7\u00e3o e atrasos de lan\u00e7amentos no Brasil s\u00e3o alguns dos problemas no mercado de quadrinhos nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a estudante Ana Louise, de 13 anos, pertencente \u00e0 gera\u00e7\u00e3o Z, conta que se tornou f\u00e3 do mundo geek influenciada pela crescente onda dos K-pops, que a fez se interessar pela leitura e a busca incessante por mang\u00e1s e HQs com conte\u00fado asi\u00e1tico. Em sua vis\u00e3o, o acesso a esse tipo de conte\u00fado no Acre, em espec\u00edfico em Rio Branco, \u00e9 limitado, o que a fez recorrer \u00e0s lojas de revistas digitais, que disp\u00f5em uma extensa gama de gibis, HQs e mang\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-2.png?resize=370%2C435&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-2661\" width=\"370\" height=\"435\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-2.png?w=470&amp;ssl=1 470w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-2.png?resize=255%2C300&amp;ssl=1 255w\" sizes=\"(max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/><figcaption>Estudante Ana Louise consumindo o produto de forma digital | Foto: Elizabeth Muniz<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Quanto ao Centro de Rio Branco, um dos principais locais de passagem do p\u00fablico jovem acreano, h\u00e1 poucas lojas f\u00edsicas que vendem revistas impressas de conte\u00fado geek. A livraria Paim e a banca de revistas localizada em frente \u00e0 Prefeitura s\u00e3o exemplos de estabelecimentos que resistem ao tempo e \u00e0 concorr\u00eancia avassaladora da tecnologia.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra banca em que produtos do universo geek s\u00e3o comercializados no Centro de Rio Branco pertence a Ant\u00f4nio Augusto de Melo, mais conhecido como Seu Pel\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-3.png?resize=374%2C341&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-2662\" width=\"374\" height=\"341\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-3.png?w=904&amp;ssl=1 904w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-3.png?resize=300%2C274&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-3.png?resize=768%2C701&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 374px) 100vw, 374px\" \/><figcaption>Seu Pel\u00e9, vendedor de revistas no Centro de Rio Branco | Foto: Elizabeth Muniz<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ele \u00e9 propriet\u00e1rio da banca de revista que leva seu apelido h\u00e1 mais de 50 anos, na pra\u00e7a do Pal\u00e1cio Rio Branco. O comerciante ressalta que, apesar da concorr\u00eancia com as m\u00eddias tecnol\u00f3gicas, as pessoas ainda se interessam por procurar os materiais do mundo geek em forma f\u00edsica, em especial os colecionadores que buscam encontrar exemplares antigos para compor suas cole\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-4.png?resize=367%2C254&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-2664\" width=\"367\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-4.png?w=610&amp;ssl=1 610w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2022\/09\/foto-4.png?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 367px) 100vw, 367px\" \/><figcaption>Interior da banca de revistas Seu Pel\u00e9 | Foto: Elizabeth Muniz<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Ele frisa ainda que, mesmo com a inven\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, que coloca tudo ao alcance das pessoas em um aparelho de celular, o gosto e o prazer de fazer uma leitura em um livro impresso jamais morrer\u00e3o. Na banca h\u00e1 in\u00fameros exemplares de obras de artistas como Daniel Cabral, que \u00e9 chargista e cartunista acreano, que&nbsp; vende seus trabalhos tanto escritores nacionais quanto internacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 material para todos os gostos e p\u00fablicos que ainda sentem prazer em viajar no fant\u00e1stico mundo da leitura atrav\u00e9s do livro impresso. A banca do seu Pel\u00e9 \u00e9 um verdadeiro arsenal de livros, revistas, discos, mang\u00e1s, gibis e HQs antigas, al\u00e9m das hist\u00f3rias que ele leu e viveu durante esse per\u00edodo em que vendeu produtos do fant\u00e1stico mundo da literatura.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A volta das HQs: cresce o mercado consumidor de quadrinhos por influ\u00eancia das adapta\u00e7\u00f5es&nbsp; Por Elizabeth Muniz e William Souza &#8216;Vingadores: Ultimato&#8216; e &#8216;Pantera Negra&#8216; s\u00e3o algumas das maiores bilheterias do cinema. &#8216;Umbrella Academy&#8216; e &#8216;Naruto&#8216; bombam nos streamings e s\u00e3o febres entre os f\u00e3s de s\u00e9ries e animes. 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