{"id":1581,"date":"2021-09-24T09:00:00","date_gmt":"2021-09-24T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=1581"},"modified":"2021-09-21T22:40:16","modified_gmt":"2021-09-22T03:40:16","slug":"inseguranca-alimentar-e-fome-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/acatraia.ufac.br\/?p=1581","title":{"rendered":"Inseguran\u00e7a alimentar e fome no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p style=\"font-size:12px\">Foto: Marcus Vin\u00edcius<\/p>\n\n\n\n<p>As consequ\u00eancias da crise econ\u00f4mica refletem na sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por Marcus V. Almeida e P\u00e2mela Celina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com o retorno do Brasil ao mapa da fome, a inseguran\u00e7a alimentar da popula\u00e7\u00e3o aumentou em n\u00edveis preocupantes. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), 10,3 milh\u00f5es de pessoas, entre os anos de 2017 e 2018, passaram por algum momento de priva\u00e7\u00f5es severas de alimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>O relat\u00f3rio do Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef), <em>The State of Food Security and Nutrition in the World<\/em> (O Estado de Seguran\u00e7a Alimentar e Nutri\u00e7\u00e3o no Mundo), diz que o Brasil est\u00e1 com 49,6 milh\u00f5es de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar moderada ou grave, com um dos motivos para o agravo sendo a pandemia de Covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p>A Unicef define dois n\u00edveis de inseguran\u00e7a alimentar:<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; <strong>Inseguran\u00e7a Alimentar Moderada:<\/strong> um estado de incerteza sobre a capacidade de obter alimentos; risco de pular refei\u00e7\u00f5es ou ver a comida acabar; sendo for\u00e7ado a comprometer a qualidade nutricional e\/ou quantidade dos alimentos consumidos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; <strong>Inseguran\u00e7a Alimentar Grave:<\/strong> ficar sem comida; fome experimentada; no extremo, ficar sem comer por um dia ou mais.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"513\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-1.jpg?resize=740%2C513&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-1718\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-1.jpg?w=796&amp;ssl=1 796w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-1.jpg?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-1.jpg?resize=768%2C533&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><figcaption>Tabela da Unicef chamada Table A1.1 Progress Towards The Sustainable Development Goals (Sdgs) And Global Nutrition Targets: Prevalence Of Undernourishment, Moderate Or Severe Food Insecurity, Selected Forms Of Malnutrition, Exclusive Breastfeeding And Low Birthweight. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Unicef<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"516\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-2.jpg?resize=740%2C516&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-1719\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-2.jpg?w=794&amp;ssl=1 794w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-2.jpg?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Tabela-2.jpg?resize=768%2C536&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><figcaption>Tabela da Unicef chamada Table A1.2 Progress Towards The Sustainable Development Goals (Sdgs) And Global Nutrition Targets: Number Of People Who Are Affected By Undernourishment, Moderate Or Severe Food Insecurity And Selected Forms Of Malnutrition; Number Of Infants Exclusively Breastfed And Number Of Babies Born With Low Birthweight. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Unicef<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>No Acre a situa\u00e7\u00e3o reflete essa realidade. Com o aumento da infla\u00e7\u00e3o e consequentemente da cesta b\u00e1sica, a popula\u00e7\u00e3o t\u00eam cada vez mais dificuldades de comprar alimentos saud\u00e1veis. Segundo a auxiliar de limpeza Eliane dos Santos Nascimento, a cada m\u00eas que vai ao mercado est\u00e1 diferente, com pre\u00e7os mais altos. Al\u00e9m disso, ela evita o consumo de alimentos industrializados, por se preocupar com a sa\u00fade da fam\u00edlia. Eliane conta que, por enquanto, ainda n\u00e3o foi necess\u00e1rio encontrar meios alternativos para comprar alimentos \u2013 como feiras de pequenos agricultores \u2013 pois ainda conseguem comprar em grandes mercados, mesmo com os altos pre\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo John Lenon, supervisor no a\u00e7ougue Fricarnes, \u201cos clientes de classe alta n\u00e3o sentiram tanto, mas os de classe m\u00e9dia deixaram de comprar bovino para comprar frios ou frango\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ser questionado sobre a venda de embutidos, Lenon afirma que devido \u00e0 grande demanda das lanchonetes na capital \u201cesses produtos est\u00e3o praticamente empatados em quest\u00f5es de pre\u00e7o, tipo salsicha e mortadela\u201d. Ele alerta que seus pre\u00e7os poder\u00e3o aumentar por causa dessa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O supervisor afirma que o aumento da arroba do boi (custando atualmente cerca de R$275,00) fez com que o pre\u00e7o da carne vendida ao consumidor subisse e, como consequ\u00eancia, houve queda nas vendas. \u201cHoje o que os clientes mais buscam s\u00e3o pre\u00e7os baixos e as ofertas, onde est\u00e1 mais barato para fazer suas compras. Trabalhamos mais com isso hoje, em busca de mais clientes sempre fazemos ofertas\u201d, relata.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Embutidos.jpg?resize=740%2C361&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-1720\" width=\"740\" height=\"361\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Embutidos.jpg?w=615&amp;ssl=1 615w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Embutidos.jpg?resize=300%2C146&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><figcaption>Busca por alimentos embutidos e processados aumentou com a crise econ\u00f4mica. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/UOL<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Risco dos ultraprocessados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Devido \u00e0 crise econ\u00f4mica em que o Brasil est\u00e1, houve um aumento significativo no consumo de alimentos ultraprocessados, por serem uma alternativa mais barata aos alimentos org\u00e2nicos. A nutricionista Katiussy Paro, formada pela Universidade Federal do Acre (Ufac) e p\u00f3s graduanda em Nutri\u00e7\u00e3o e Oncologia pela Faculdade Tr\u00eas Am\u00e9ricas, explica quais os riscos desses produtos para a sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEsses alimentos s\u00e3o recheados de melhoradores de sabor como o sal e outros produtos qu\u00edmicos, al\u00e9m de corantes e conservantes, o que pode macular a sa\u00fade. Como alimento n\u00e3o \u00e9 medicamento, esse agravo n\u00e3o se v\u00ea de forma instant\u00e2nea, por\u00e9m, pode chegar a ser irrevers\u00edvel, visto que alguns desses produtos podem ocasionar o aparecimento de c\u00e2ncer, esclerose lateral amiotr\u00f3fica e v\u00e1rias outras doen\u00e7as\u201d, afirma.<\/p>\n\n\n\n<p>Katiussy alerta que esses riscos s\u00e3o maiores para as crian\u00e7as, pois seus corpos est\u00e3o em desenvolvimento e necessitam de alimentos mais naturais e saud\u00e1veis poss\u00edveis. O alto \u00edndice de produtos industrializados na alimenta\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a pode acarretar problemas de sa\u00fade que v\u00e3o desde alergias \u00e0 obesidade e diabetes tipo 2, hipertens\u00e3o, problemas cognitivos, entre outros fatores prejudiciais \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Falsos alimentos saud\u00e1veis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A nutricionista lembra tamb\u00e9m dos riscos dos chamados <em>defensivos agr\u00edcolas<\/em>, tamb\u00e9m conhecidos como agrot\u00f3xicos, e que o Brasil \u00e9 um dos maiores utilizadores desses produtos. \u201cOs agrot\u00f3xicos trazem grandes riscos \u00e0 sa\u00fade, desde altera\u00e7\u00f5es comportamentais at\u00e9 predisposi\u00e7\u00e3o a c\u00e2nceres. Assim, o mais interessante seria nos alimentarmos de produtos org\u00e2nicos, que s\u00e3o livres de agrot\u00f3xicos\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"740\" height=\"389\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Agrotoxicos.jpg?resize=740%2C389&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-1721\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Agrotoxicos.jpg?w=984&amp;ssl=1 984w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Agrotoxicos.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Agrotoxicos.jpg?resize=768%2C404&amp;ssl=1 768w\" sizes=\"(max-width: 740px) 100vw, 740px\" \/><figcaption>Uso de defensivos agr\u00edcolas no Brasil cresce cada vez mais nos \u00faltimos anos. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/G1<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Dicas acess\u00edveis<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, ela d\u00e1 dicas de como contornar a situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar aqui no Acre para ter uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel e barata. \u201cN\u00f3s temos recursos infinitos em nossas m\u00e3os. Antigamente, nossos av\u00f3s moravam na col\u00f4nia e n\u00e3o dependiam diretamente do governo. A dica que seria mais saud\u00e1vel \u00e9: plante, crie! Ela indica que plantem suas verduras dentro de vasos, no quintal ou na sacada do apartamento, pois al\u00e9m de gastar menos, tem certeza de consumir alimentos sem agrot\u00f3xicos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large is-resized\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Alimentos-organicos.jpg?resize=739%2C462&#038;ssl=1\" alt=\"\" class=\"wp-image-1722\" width=\"739\" height=\"462\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Alimentos-organicos.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https:\/\/i0.wp.com\/acatraia.ufac.br\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/Alimentos-organicos.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"(max-width: 739px) 100vw, 739px\" \/><figcaption>Alimentos org\u00e2nicos e plantados em casa s\u00e3o mais saud\u00e1veis do que os ultraprocessados vendidos nos mercados. Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Conquiste sua Vida<br><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cSe voc\u00ea tem espa\u00e7o no seu quintal, crie galinha, pois elas te proporcionar\u00e3o ovos ou a carne bem mais saud\u00e1vel.\u201d Para ela, uma substitui\u00e7\u00e3o bastante nutritiva e saborosa est\u00e1 em comer ovos e mi\u00fados ao inv\u00e9s de embutidos. \u201cAceite os produtos vindos das col\u00f4nias dos amigos ou parentes! Mas se nada disso for poss\u00edvel, v\u00e1 \u00e0s feiras porque l\u00e1, normalmente, \u00e9 bem mais barato e tem bastante op\u00e7\u00e3o\u201d, sugere a nutricionista.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As dicas da profissional buscam ensinar outros meios para a popula\u00e7\u00e3o acreana ter acesso a alimentos saud\u00e1veis e nutritivos, bem diferente do que ensinar a construir um fog\u00e3o caseiro, a cozinhar com ossos ou receitas de arroz e feij\u00e3o quebrado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cInfelizmente, o que n\u00e3o d\u00e1 \u00e9 esperar que nossa situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica melhore para melhorar nossa alimenta\u00e7\u00e3o. Os produtos industrializados s\u00e3o mais baratos sim, por\u00e9m, na maioria das vezes, o barato sai muito caro. Por que n\u00e3o trocar 2 litros de refrigerante por 4 lim\u00f5es, que \u00e9 mais barato, e fazer um suco que \u00e9 mais nutritivo? Fa\u00e7amos trocas inteligentes. N\u00e3o \u00e9 simples, j\u00e1 que fomos condicionados, mas \u00e9 poss\u00edvel\u201d, finaliza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Marcus Vin\u00edcius As consequ\u00eancias da crise econ\u00f4mica refletem na sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o Por Marcus V. Almeida e P\u00e2mela Celina Com o retorno do Brasil ao mapa da fome, a inseguran\u00e7a alimentar da popula\u00e7\u00e3o aumentou em n\u00edveis preocupantes. 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